Uma coisa está deixando o mundo intrigado: Qual era o conteúdo do acordo assinado pela Síria com a Liga Árabe, para que no minuto seguinte, as operações militares ganhassem impulso redobrado e as forças de segurança realizassem operações com requintes de violência e bombardeios jamais vistos nestes 8 meses de protestos e repressão?

A Chegada de reforços blindados em Homs para exterminar manifestantes em curto prazo.

Por Saulo Valley – Rio de Janeiro, 03 de Novembro de 2011 – 11h41min.

Relatórios contínuos e de diversos lugares do país, com foco em Baba Amr, contam tragédias humanitárias das mais insuportáveis e uma guerra armada contra a população síria jamais vista!

O número de mortos já avança na metade do dia com massivas prisões inclusive de grande quantidade de estudantes juvenis, mulheres e idosos. A Rede SNN de notícias da Síria disse à pouco que forças de segurança chegaram no bairro de Khalidiya e iniciaram um tiroteio indiscriminado contra os transeuntes.  A SNN disse que um homem cujo nome era Ba Mohammed Jamal Al-Houri foi morto na hora e relata uma variedade de feridos gravemente pelos tiros.

A SNN informou ainda citando o site “syriandata.com” que disse que há franco-atiradores nos telhados dos prédios na Praça da Assembleia em Bsagba. Também disse que estão realizando buscas minuciosas nas casas e destruindo propriedades pertences dos moradores.

Já no Bairro de Sagalbeh em Homs uma grande quantidade de tanques como reforços para apoiar uma sangrenta campanha de invasão na cidade e em aldeias vizinhas.

Já em Maliquitas e Qamishli as forças de segurança deram continuidade ao cerco das escolas de maioria de nível secundário e ensino básico, envolvendo alunos de turmas da 7ª Série para cima. De acordo com a fonte, os jovens estão enfrentando as forças de segurança não permitindo o fim das demonstrações. Em muitas das escolas alunos não frequentam mais as aulas. Eles tem se encontrado apenas para protestar, realizando passeatas à partir de suas respectivas escolas, a exemplo do que já faziam nas mesquitas, mas foram sitiadas em sua maioria.

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