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"O Observador do Mundo"

>EUA: 47% dos americanos não apóiam intervenção na Líbia. Falta Credibilidade.

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Fonte: globalresearch

A história só se repete por dois motivos: Quando os vícios usuais são parte da nossa própria natureza ou quando por perda de orientação caímos em um siclo vicioso.


Por Saulo Valley – Rio de Janeiro, 31 de Março de 2011 – 07h38min.

Numa pesquisa realizada pela Universidade Quinnipiac, sobre a aprovação da intervenção americana na Líbia, a opinião pública se dividiu. 47% dos 2.069 entrevistados não apóiam a incursão, enquanto 41% são positivos na aceitação.

A julgar pela crise interna americana, é difícil entender porque ele precisa ir para a Líbia, mas há um forte clamor por socorro. Eu particularmente não gostaria que EUA fizesse tudo sozinho. Ainda acho que a OTAN vai ficar com suas ações onde estão. Espero ser surpreendido.

Fonte: forum4finance

Há quem acredite, que, por exemplo, que se os EUA fornecer munição e armamentos para a revolução Líbia, ocorrerá o mesmo que no Afeganistão, que os rebeldes formaram milícias armadas terroristas ou se alistaram em outras existentes, a exemplo da Al-Qaeda.

O próprio Barak Obama afirma não querer repetir os erros do Iraque, nem do Afeganistão, mas não esconde a ansiedade de agir por conta própria, o que não é recomendável.

A pesquisa foi realizada entre 22 e 28 de Março.

Exemplos de redundância

Em 1986 EUA havia feito a mesma operação que as do início do “no-fly-zone” de hoje.

O professor Michel Chossudovsky do site Global Research, da Califórnia trouxe à memória um fato parecido com os atuais. Preste atenção na semelhança:


“Uma guerra na Líbia foi na prancheta do Pentágono, há mais de 20 anos. 

Em 14 abril 1986, Ronald Reagan ordenou uma série de atentados contra a Líbia sob a “Operação El Dorado Canyon“, em represália a um suposto atentado terrorista patrocinado pela Líbia de uma discoteca em Berlim.

O pretexto foi fabricado. Durante esses ataques aéreos, que foram condenados pela França e Itália, a residência de Qadhafi foi bombardeada e matou sua filha mais nova (16).

Pouco reconhecido pela mídia ocidental, um ataque planejado à Líbia fazendo uso de armas nucleares, tinham sido contempladas pela administração Clinton em 1997, no auge do escândalo Monica Lewinsky.

O Departamento da Defesa havia desenvolvido uma nova geração de bunker de armas nucleares tácticas para uso no Oriente Médio e Ásia Central: 
“Os oficiais militares e líderes do nuclear América laboratórios de armas instou os EUA a desenvolver uma nova geração de armas de precisão, armas nucleares com baixo custo… o que poderia ser utilizado em conflitos convencionais com as nações do terceiro mundo. (Federação de Cientistas Americanos , 2001) ” Leia Mais…

Foto: FP Arquivo

Segundo o Wikipédia, o Atentado de Lokerbie teria sido uma vingança de Kadafi contra os EUA, em 21 de Dezembro de 1988, quando uma bomba explodiu no vôo 103 da Pan Am matando 270 pessoas. Ver:

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Autor: Saulo Valley

Jornalista da Web, repórter, escritor, poeta, radialista, cinegrafista, fotógrafo, Videoprodutor, músico, compositor, modelador 3D, Mestre de Kung Fú e instrutor de Boxe Chinês. Os fatos mais atuais sob olhar analítico do "OBSERVADOR DO MUNDO". Acesse Saulo Valley Post in http://paper.li/f-1326286418 ou http://saulovalley.blogspot.com

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