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"O Observador do Mundo"

>LÍBIA: O "NO-FLY-ZONE" que ninguém queria começar agora todos querem controlar

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Fonte: http://i.dailymail.co.uk

Há três semanas, a OTAN não conseguiadesenvolver nenhuma progressão com relação á implementação do Embargo Aéreocontra a Líbia, em proteção dos civis que ainda são bombardeados. Quando asituação chegou ao limite, o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para tomaruma atitude séria contra o “Açougueiro de Trípoli”.

Por Saulo Valley – Rio de Janeiro, 22 de Março de 2011 – 07h46min.

A primeira ação fora comandada pelos EUA,apoiada pela França e Grã-Bretanha (amigos de longas batalhas).
Desde o início a Turquia tem causando um grandedesconforto com relação ao embargo aéreo. Mesmo depois destas bem sucedidasoperações, ela se opõe ao Embargo Aéreo sendo executado pela ONU.
O problema é que os países que lideram a ação,não fazem parte do “grupo de interesse político” do país. Para aTurquia, a NATO deveria assumir o controle da operação.
Fonte: cartoonaday.com
Mesmo assim, há três semanas que a NATO estádividida. A principal disputa é pela liderança da operação. A comunidade Árabe,em sua maioria, demonstra satisfação no tocante aos resultados obtidos pelaprimeira parte da imposição do “No-Fly-Zone”.
Este era o principal receio dos paísesocidentais: De não conseguir a satisfação do mundo Árabe.
Só que agora que a NATO percebeu que as portasse abriram, querem que o comando da chamada “Aurora do Amanhecer”seja transferido para ela.
Esta disputa acirrada de interesses tem feito osEstados Unidos optarem pelo recuo.
Alain Juppé, ministro de negócios Estrangeirosda França, que iniciou a aplicação da lei do Embargo Aéreo, praticamentesozinha, disse que se a França não tivesse tomado a atitude, haveria um mar desangue em Benghazi, no fim de semana (20).
Agora a operação dará início à terceira fase documprimento da lei, mas a NATO quer assumir o controle. A ONU acredita que aNATO poderia apresentar excelentes resultados como suporte, por causa da grandecoligação mas a NATO não aceita outra posição que não seja a liderança.


A situação ficou tão crônica que Robert Gates (secretário de Defesa dos EUA) voou para a Rússia para explicar as metas e meios do atual ‘No-Fly-Zone” para o primeiro Ministro Vladmir Putin.
Mas a própria NATO permanece em disputa internasobre “qual país aliado vai comandar”.
A situação tende a “embargar o EmbargoAéreo”, e Kadafi terá sua oportunidade de retornar ao seu tão sonhadoaçougue.
Enquanto as organizações Árabes têm se dado aoluxo da abstenção, elas têm apoiado (apenas com o consentimento) a imposição domandato de segurança, mas esta condição poderá mudar, caso as disputas pelocontrole da operação permitam que Kadafi ponha em risco a vida de mais civis.

Fonte: acespilotshop.com
 Ê mundinho miserável!

Hoje (22) em Bruxelas, a NATO se reuniu mais uma vez para decidir sobre a intervenção da NATO sobre a atual aplicação do “NO-Fly-Zone”.
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Autor: Saulo Valley

Jornalista da Web, repórter, escritor, poeta, radialista, cinegrafista, fotógrafo, Videoprodutor, músico, compositor, modelador 3D, Mestre de Kung Fú e instrutor de Boxe Chinês. Os fatos mais atuais sob olhar analítico do "OBSERVADOR DO MUNDO". Acesse Saulo Valley Post in http://paper.li/f-1326286418 ou http://saulovalley.blogspot.com

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