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"O Observador do Mundo"

>SOLDADOS: O DIA-A-DIA da GUERRA

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Por Saulo Valley: 10:56

Enquanto estamos aqui, em nossas humildes casas, vivendo vidas confortáveise tranqüilas, milhares de homens e mulheres vivem uma dura e arriscadarealidade. Eles vivem para matar ou para morrer!
Deixaram para trás as fantasias e ilusões de uma vida próspera e comum, para aventurar se num mundo inescrutável! Não se pode imaginar o motivo da missão.

Não se pode questionar aonde ela levará. Apenas “Briefing” (ordens) que serãoobedecidas a qualquer custo! Quem ordenou? Quem ordenou ao superior que passoua ordem até chegar ao executor da tarefa?

Impossível de se saber! Mergulhados na viciante adrenalina e no alto grau detensão, eles partem para cima do “inimigo”. É um jogo que além de arriscado,perigoso é enganoso.

“Afinal, como saber se o INIMIGO não sou EU?”

INFORMAÇÃO É PODER

“Porque guerreamos?” “Qual é o lado certo?” “Quem está com a razão?” “Otriunfo de nossa missão resultará numa vitória do mal sofre os fracos einocentes?”

Quem poderá responder? A chamada “hierarquia,” limita a profundidade deacesso à informação. Eles se  concentram no total cumprimento do seu dever,ou então se demitiriam…

Percorrendo os corredores da morte, em busca de achar a razão para a suas próprias vidas, eles vivem na fronteira entre o existir e a iminência de deixar de existir. Mortos, são lembrados por sua coragem. Vivos são lembrados por sua competência e cega obediência.

Longe da tradicional família, ele se agarram aos “irmãos de armas” e vivem, enquanto podem e como podem, numa vida de constantes vitórias e derrotas. Ganhos e perdas.

Mas existem pessoas nascidas para a guerra? A resposta é SIM!

Pessoas que nascem soldados, e mesmo que não exerçam a profissão, morremsentindo se completamente inúteis! Peixes fora d’água!

Como é inevitável que eles sigam o caminho da guerra, é necessário que façamsuas escolhas. Existem soldados que não se importam com o lado a escolher. Queremestar presentes na guerra; Isto significa TUDO para eles!

Então surgem os mercenários. Homens e mulheres que decidem não ter uma vidacomum e dedicam-se à única coisa que conhecem como VIDA: A guerra.

Um ato conseqüente de um pensamento inconseqüente de quem? Um desconhecido chefe, que sabe lá Deus como ele planeja utilizar-se dos benefícios desta missão bem sucedida!
Soldados amam seus uniformes. Amam suas armas. Amam suasmanobras e operações de guerra. Bom seria se não precisassem matar nem morrer, para vivero que mais amam!
Enquanto podem, exibem com orgulho o fruto do seu trabalho efazem do seu questionável serviço, a única razão de viver, matar e morrer!
Dentro das suas cidades, eles defendem a lei. Conhecem o inimigo e as informações chegam até ele com facilidade. Mesmo assim, as fronteiras são as mesmas. Os mesmos limites de quem está num campo de batalha distante de tudo e todos!
Estes por sua vez, tem casas, famílias e filhos.
No fim do dia, dirigem seus carros, abraçam seus filhos e amam suas esposas.
No dia seguinte podem não mais voltar e repetir o que mais gostavam de fazer, depois de defender com unhas e dentes, até mesmo com a própria vida, a lei, a ordem e a civilidade!

Não se trata de um jogo de Futebol. Ao final da “partida”, muitos não voltarão para suas casas. …E quanto menos inimigos voltarem para casa, melhor para os mocinhos.

Desde quando existem? Quando será o dia em que não precisaremos mais, destes controversos guerreiros? Quando será o dia em que abaixarão as suas armas e viverão como pessoas comuns; e se dedicarão integralmente a suas famílias e à vida cotidiana?
É inexplicável que um soldado seja o que é, por natureza, e não por influência. A guerra urbana ou nos distantes campos de batalha, é uma incógnita. Um mal que se faz necessário, até que possamos responder as perguntas que não podem ser respondidas:
Porque não podemos viver em harmonia, como uma sociedade feliz e tranquila? Porque criamos armas cada vez mais potentes, que matam números cada vez maiores de pessoas? Porque existem pessoas que nascem para o mal e outras para o bem? Porque não nascem TODAS para o bem? Quando as guerras e os conflitos terão fim? Existe solução para a guerra? Num futuro próximo ou distante, viverá, o mundo em harmonia?
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Autor: Saulo Valley

Jornalista da Web, repórter, escritor, poeta, radialista, cinegrafista, fotógrafo, Videoprodutor, músico, compositor, modelador 3D, Mestre de Kung Fú e instrutor de Boxe Chinês. Os fatos mais atuais sob olhar analítico do "OBSERVADOR DO MUNDO". Acesse Saulo Valley Post in http://paper.li/f-1326286418 ou http://saulovalley.blogspot.com

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