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Era uma vez, o tempo em que o paciente, no Rio de Janeiro, poderia contar apenas com os hospitais. Depois de muito sofrimento da população, anos e anos de terríveis e agonizantes mortes nos corredores, dos que aguardavam atendimento…

Então surgiu a iniciativa de se criar novos postos de atendimentos e ampliar a rede pública, federal, estadual e municipal. Em pleno período de eleições, estamos vendo novos prédios sendo erguidos em nome da saúde.
Alguns são tão lindos e surpreendentes que chegam a provocar medo nos doentes de baixo poder aquisitivo.
É verdade! São construções luxuosas, com ar-condicionados centrais, escadas rolantes, elevadores e um atendimento(acolhimento) exemplar! Coisa de fazer o pobre querer voltar pra casa, tomar banho, vestir sua melhor roupa para finalmente, adentrar no recinto.

Mas o que aparece como um sonho, se revela uma miragem de um peregrino sedento no deserto árido.

Ontem, um conhecido meu passou MUITO mal. Por volta das 21:00 Horas, começamos a percorrer os Hospitais, PAMs, UPAs e postos da rede pública da Zona Oeste. Mesmo os chamados 24horas NÃO TINHAM MÉDICOS! NENHUM HOSPITAL, POSTO, PAM, OU UPA tinha médico para casos inferiores a TRAUMAS! Ou seja: Em São Paulo, a mortandade por casos de Dengue cresceu 94% em 4 meses!
Se uma pessoa com suspeita de dengue, (ou outra doença viral pior) busca socorro e não encontra, então deve pedir pra morrer em casa! Já que NÃO foi esmagado num acidente de trãnsito, nem vítima de balas perdidas! Era o mesmo problema que se enfrentava, antes de existirem todas estas OBRAS FARAÔNICAS!

Tanto dinheiro gasto, e o mais importante não acontece: O Atendimento Médico à População!

De que adiantam as construções com design arrojado, a La Oscar Niemayer, se não vão contratar os médicos mesmo!? 
Faltam PEDIATRAS, ORTOPEDISTAS e MÉDICOS para CLÍNICAS GERAIS!


(Na foto – Enquanto faltam profissionais, LuLa brinca de Dentista com Sérgio Cabral)

 

A história não é nova. No Jornal do Brasil saiu a seguinte matéria:  (clique na imagem para ampliar)

SEGUE ABAIXO, AS PROMESSAS DE CAMPANHA DE EDUARDO PAES, PARA A SAÚDE NO RIO.

1. Ampliar o Programa Saúde da Família, que no Rio, hoje, tem cobertura de apenas 7%. Criar 60 consultórios de Saúde da Família, funcionando em três turnos.

2. Construir 40 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) 24 horas, com cinco milhões de atendimento por ano, retirando das filas dos hospitais 20 mil pessoas/dia. Méier e Madureira ganharão as primeiras UPAs.

3. Colocar os postos de saúde abrindo às 6h e fechando às 20h, com plantão permanente de clínicos, pediatras e ginecologistas.

4. Criar um gabinete integrado contra a dengue e um plano emergencial de combate ao mosquito. Contratar, logo, 1.850 agentes de saúde para isso. Postos de saúde e todas as unidades de saúde poderão fazer exame de sangue para diagnosticar a doença.

5. Assumir o papel de gestor pleno da saúde no município.

6. Criar um programa de atendimento domiciliar ao idoso. Criar 20 centros de convivência dos idosos. Readequar as instalações dos centros de saúde municipais pondo rampas, elevadores e outras facilidades.

7. Transformar postos de saúde em Clínicas da Família, com pediatria, ginecologia e odontologia.

8. Ampliar o programa Remédio em Casa para pacientes crônicos.

9. Construir o Hospital da Mulher, em Realengo; uma maternidade em Campo Grande, além de reativar a antiga Maternidade Leila Diniz. As gestantes que fizerem seis consultas de pré-natal vão receber um documento garantindo a maternidade onde terão o filho.

10. Construir cinco centros de reabilitação para deficientes.

11. Criar 150 equipes do Programa de Atendimento Domiciliar ao Idoso (PADI) e implantar 20 Lares do Idoso.

12. Criar 50 equipes multidisciplinares nas escolas, com pediatra, ginecologista, oftalmologista, dentista, psicólogo, fonoaudiólogo e assistente social.

13. Converter unidades de saúde do município em Centros de Referência da Saúde da Mulher, com criação de cinco destes centros.

14. Criar o Hospital do Idoso, na Tijuca.

15. Melhorar o Hospital de Acari e o Paulino Werneck (com obras começando em 2009), aumentar o atendimento do Salgado Filho e do PAM do Méier, além de reequipar todos os hospitais municipais, contratando mais médicos e enfermeiros.

16. Criar três centros de referência para obesos.

ASS. EDUARDO PAES – Prefeito do Rio de Janeiro.

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