>Na postagem anterior, comentei sobre inúmeras possibilidades comercias que podem girar giram em torno de uma epidemia. Encerrei dizendo:

“Se estou enganado, estamos em plena gerra bacteriológica!”

Diga-se de passagem: as últimas matérias a respeito do vírus H1N1 nos estados unidos mostram que as CRIANÇAS são um grupo de risco. Aqui no Brasil, são as GRÁVIDAS HEHEHE Agora vejam isto:
Foto da National Geographic

Um estudo feito pela Universidade de Marche, na Itália, detectou a presença de um material orgânico parecido com um muco gigante, nas águas do Mediterrâneo. De acordo com os pesquisadores, a gosma é resultado do aumento da temperatura dos oceanos e já aparecia na região durante os dias mais quentes do verão. O problema é que agora o material – formado, entre outras coisas, por vírus e bactérias – aparece por lá também no inverno, e já domina cerca de 200 km do litoral. O pessoal parece estar preocupado porque, apesar de parecer inofensiva – e nojentíssima -, a meleca pode infectar e deixar doentes peixes e seres humanos que entrarem em contato com ela. Yuck.
http://video.nationalgeographic.com/video/player/flash/syndicatedVideoPlayer.swf?vid=marine-mucilage-vin

Mas o novo estudo mostrou que as mucilagens de Mediterrâneo abrigam bactérias e vírus, inclusive “E”, potencialmente mortal coli, Danovaro disse. Aqueles agentes patógenos ameaçam a nadadores humanos bem como peixe e outras criações do mar, segundo o relatório, publicado 16 de Setembro no jornal PloS Um.

Uma mucilagem começa como “neve marítima”: grupos de matéria orgânica morta e viva pela maior parte microscópica, inclusive algumas formas de vida visíveis aos olhos nus de pequenos crustáceos como o camarão, por exemplo.

Dentro de algum tempo, a neve busca outros autostopistas muito pequenos, procurando uma refeição ou segurança em números, e pode tornar-se uma mucilagem.

As gotas foram primeiro identificadas em 1729 no Mediterrâneo, onde eles são muitas vezes vistas. A calma relativa do mar e a pouca profundidade fazem da coluna de água condições ideais mais estáveis, provêem da formação de mucilagem.

Estamos no fim. Ou no começo do FIM.

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