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"O Observador do Mundo"


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Music Revolution Brasil o curso de música da Freguesia

O mundo está cheio de escolas de música. Mas Music Revolution Brasil é uma escola cheia de diferenciais. SAIBA MAIS

Por Saulo Valley – O Observador do Mundo – Rio de Janeiro, 02 de Agosto de 2015 – 07: 21 GMT-3

Uma escola de música de verdade precisa ensinar teoria musical. Precisa também ter flexibilidade. Saber detectar as necessidades de cada aluno individualmente e ter, principalmente uma grande didática. Estas são apenas algumas das características do Curso “Music Revolution Brasil”.

Aliás  “Music Revolution Brasil” não se trata de uma escola de música qualquer, é um ambiente cheio de novidades constantes e versatilidade.

Aulas não automatizadas e metodologias de  que podem ser mescladas e variadas se for preciso.

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Music Revolution Brasil - Modelo Lyzz Flores - Foto Saulo Valley

O que realmente importa é o resultado. “Músic Revolution Brasil” é um espaço dedicado à arte e à cultura como um todo.

Trabalhamos de modo não automatizado porque visamos formar músicos naturais. “Music Revolution Brasil” não é uma linha de produção e para nós, cada aluno é um ser pensante, criativo, capaz e potencialmente talentoso.

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Aula de canto com Saulo Valley - Music Revolution Brasil

Dentre nossos cursos temos atualmente aulas de:

Técnica vocal, violão, guitarra, teclado, piano, contra-baixo, cavaco, banjo, bateria e teoria musical.

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Music Revolution Brasil atividades

Dentre nossos serviços temos:

1- Vocal Coach – Suporte vocal técnico para cantores, locutores, professores e comunicadores)

2- Produção Musical – Especialidade de 25 anos.

3- Produção audiovisual – 13 anos de experiência.

4- Fotografia 4k – fotos promocionais, ensaios artísticos e publicitários, divulgação para empresas e estratégias de marketing na internet.

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Produção artística com Saulo Valley

Ladeira da Freguesia 566 / Sala 106 – esquina com Este. Gabinal e Geremário Dantas, no Largo da Freguesia – Rio de Janeiro.

 

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Music Revolution Brasil Ladeira da Freguesia 566

Music Revolution Brasil tem localização na região central do Bairro da Freguesia, no Rio de Janeiro.

Estamos modernizando e inovando nosso sistema de comunicação e atendemos pelos celulares: 21) 98209-1216 ou 97995-6972 ou 8514-1312. Também atendemos pelo Whatssap e chats do Facebook/musicrevolutionbrasil e por nossa página no Google+ que para encontrar estas e outras informações basta digitar “Music Revolution Brasil ” na pesquisa do Google.

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Music Revolution Brasil google+

Nossos espaços online também são os seguintes:

Blog:
http://musicrevolutionbrasil.blogspot.com.br

Site (endereço provisório)
Http://saulovalley.wix.com/musicrevolutionbrasil


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OSCE Lança projeto para restruturar “confiança ucraniana” no país.

OSCE-Permanent_Council This file is licensed under the Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported license

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Por Saulo Valley – O Observador do Mundo – Rio de Janeiro, 20 de Março de 2014 — GMT-3

A OSCE anunciou nesta quinta-feira o lançamento do projeto que visa contribuir para a melhoria do “Diálogo Nacional”. A OSCE anunciou a formação em andamento de uma equipe de 15 especialistas. Eles serão apoiados por um grupo de 10 ucranianos “selecionados” para funções básicas, como motoristas, intérpretes, administrativo etc. O objetivo é ajudar na melhoria das relações étnicas e sociais, bem como facilitar as conversações e a “transição política pacífica”, disse a organização em um comunicado de imprensa nesta quinta 20/03. O projeto tratará de assuntos “políticos, humanitários e minorias”. Este tem a duração prevista de quatro semanas

O projeto veio em consequência do pedido de ajuda que o governo da Ucrânia enviou formalmente para a União Européia e particularmente a OSCE, quando a invasão russa já se fazia iminente. Entre os objetivos do projeto, o fortalecimento das relações e a “restauração da confiança entre as diferentes partes da sociedade ucraniana.”

O projeto de Diálogo Nacional será executado nos níveis, “local, estadual e nacional”, disse a OSCE em seu comunicado.


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Criméia: Sequestrado Almirante ucraniano Sergei Haiduk – Militares ucranianos deixados à deriva

Ao estilo “Oriente Médio” a falsa quadrilha russa formada por mercenários ex-militares e agentes da inteligência, forças especiais e um vasto número de mulheres como escudo humanos voluntário, invadiram a Sede da Marinha em mais um ataque surpresa.Citando mais uma vez o grupo “Resistência da Informação de Criméia” que disse que o grande número de mulheres misturadas aos atacantes dificultou o uso de armas de fogo. 

200 milicianos em Invasão da base naval para expulsão dos militares - houve 1 morte

200 milicianos em Invasão da base naval para expulsão dos militares – houve 1 morte em 18-03-2014

O novo governo da Criméia tem se dedicado no esforço de manter as bandeiras dos quartéis ucranianos à meia-altura. A crise militar é causada pelo desconforto que os russos estão sentindo ao se deparar com bases militares “estrangeiras” com bandeiras estrangeiras em seu território. De acordo com o novo governo isto tem levado o governo russo apoiado por “grupos civis muito organizados” a exigir o desmantelamento dos quartéis e a retirada das bandeiras de seus mastros. A confusão desta terça, que levou à morte pelo menos 1 soldado ucraniano e 2 outros (entre eles um capitão) ficaram feridos, por causa da insistência do grupo de “civil muito organizado” formado por mais de 200 pessoas que se autodenominaram “auto-defesa de Sevastopol” que queria retirar a bandeira ucraniana do mastro. No fim das contas a bandeira russa foi mesmo erguida na base naval ucraniana da Criméia.

Os russos acreditam que estão sendo muito gentis com os soldados ucranianos na região. Alguns deles até comentam que não conseguem se imaginar numa situação difícil como eles estão agora, depois que foram abandonados por seu próprio governo, a quem juraram fidelidade. Eles ficaram tomando conta dos quartéis, e atualmente há muitos quartéis que estão sendo abandonados pelos soldados ucranianos e as armas entregues aos cuidados da Federação Russa. Tudo porque o Ministério da Defesa da Ucrânia não abre a boca para dar ordem alguma e muito menos providencia a evacuação dos seus homens. Pelo menos 6000 soldados ucranianos permaneciam na Criméia até o referendo. Alguns estão detidos por forças russas e outros já abandonaram o posto. Outros abandonaram toda a unidade militar, como foi o caso da unidade VMSU citada hoje pelo governo interino da Criméia.


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Russia planeja um referendo em Dotnetsk após tomada da Criméia.

ImagemUma campanha foi iniciada na cidade de Dotnetsk após o sucesso de “tomada pacífica” da região da Península da Criméia. Ativistas radicais pró-rússia e agentes infiltrados estariam simulando um “CLAMOR POPULAR” pelo referendo similar o realizado em 15 de Março na Criméia que provocou repulsa de 13 dos 15 estados-membros do Conselho de Segurança da ONU e toda a comunidade internacional. Mesmo assim, a campanha de ocupação mental de Dotnetsk cresce também em outras regiões da Ucrânia onde há grande presença da língua russa. 

No mapa abaixo, as regiões originárias dos mais recentes votos. 

O poderio bélico russo tem sido uma estratégia para impressionar a população alvejada por intensas campanhas em favor da ocupação de mais um território da Ucrânia que se mantém indefesa e silenciosa. Enquanto isto as bases militares permanecem sendo dizimadas e a fronteira da Ucrânia tende a ir recuando até kyev, o último alvo russo.

Uma pesquisa online começou a latejar na internet através do site “theranking” tentando expôr de forma mais concreta os boatos correntes. O detalhe é que durante o referendo da Criméia pelo menos 80 soldados russos apoiados por paraquedistas e 4 helicópteros e tanques e outras viaturas russas ocuparam a estação de gás em Dotnetsk, na fronteira Leste da Ucrânia. 


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Criméia: 30 soldados russos controlam a Base Naval após ataque de milícia e Forças Especiais FED Russas

Momento do ataque à base naval ucraniana da Criméia  por Milícia e Forças Especiais russas

Momento do ataque à base naval ucraniana da Criméia por Milícia e Forças Especiais russas 17-03-2014

A bandeira russa foi hasteada após a invasão do Quartel General da Base Naval da Ucrânia na Criméia. Os militares tentaram defender o patrimônio ucraniano mas foram surpreendidos com elevada superioridade de ofensiva russa. Após um dia difícil, com a morte de 1 militar ucraniano na base em Simferopol, vários momentos de tensão sinalizaram o fim da convivência pacífica entre as forças militares fiéis à Ucrânia e as forças de ocupação.

Após o referendo imposto pelo regime russo, os quartéis têm sido alertados e recebido ordens expressas para serem evacuados. Como nenhuma unidade militar é independente, os militares ucranianos remanescentes na Criméia aguardavam orientações por parte do Ministério da Defesa, que não se pronunciou, até que sniper russo matou um soldado durante uma invasão ao quartel ucraniano.

Na verdade as tropas da fronteira e das bases militares aguardavam orientações desde 01 de Março e até esta Terça-feira as únicas ordens eram para “não deixar as bases, proteger o equipamento militar ucraniano e baixarem as armas”. Após o incidente de ontem, o Ministério da Defesa enviou uma mensagem orientando aos militares ucranianos na Criméia que “usem suas as armas para defesa própria”. Uma grande covardia. Centenas de soldados e suas famílias deixados à deriva com ordens expressas para não utilizarem suas armas. Apesar da invasão se mantiveram fiéis ao juramento ao seu país e não arredaram o pé de suas bases e posições, mesmo mediante provocações reportadas desde o dia 11 de Março, que foi oficializada a invasão russa. Após a invasão, os militares não tiveram ainda tempo de deixar a região, até porque aguardavam o resultado do suposto “referendo”.

Agora tanto os militares ucranianos e seus familiares terão que agir por conta própria. Sem qualquer ajuda do governo federal ucraniano que está se borrando de medo das armas nucleares russas, e não consegue abrir a boca para liderar suas tropas para uma posição segura. Agora é só cada um por si. Alguns comandantes já falam em evacuar seus quartéis. No site militar “Sebastopol” (pro-russia), o ataque à base naval ucraniana foi tratado como “negociação” para a evacuação do prédio. De acordo com a fonte, que por várias vezes mencionou “repórteres da BBC” para validar sua versão sobre o fato, a base naval teria sido atacada por populares. Fontes de inteligência militar disseram que cerca de 200 atacantes chegaram a derrubar o portão das armas da base naval. O Coronel Dmitry Tymchuk disse que o que mais dificultou a reação dos militares da guarda ucraniana foi a presença de grande número de mulheres entre os atacantes da quadrilha dos “Auto-defesa de Sebastopol”.

O site que pertence ao novo governo, da “Nova Criméia”, disse que: “O comandante pediu meia hora para tomar uma “decisão”.

Atualização:

Citando a “Resistência da Informação” que disse nesta quarta que a Brigada 36 se rendeu à pressão russa e entregou suas armas e seu arsenal para a Federação Russa.


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Criméia Urgente: 1 morte e 2 feridos confirmados – Tropas e milícias russas atacam militares em quartéis e residências militares

Os militares ucranianos acabaram ficando no vácuo da ocupação russa e não tiveram tempo para saber como se proceder, a não ser tomar conta do patrimônio militar da Ucrânia na Criméia. Nesta terça foram surpreendidos com violenta reação das tropas e milícias de “Auto-defesa” que invadem bases militares, incluindo o Quartel-general da Marinha.

Simferopol-Ukraine-Map

Mapa da Criméia em vermelho – Wikipédia Creative Commons

Por Saulo Valley e “Resistência da Informação da Criméia” – Rio de Janeiro, 18-03-2014 as 15:44 GMT-3

Além de maquinário, atiradores russo foram reportados como tendo matado 1 soldado ucraniano, e outros dois ficaram gravemente feridos e a informação é confiável. De acordo com nossas fontes na região, a capital Simferopol vive momentos de tensão com o crescimento da violência russa sobre os militares ucranianos remanescentes. De acordo com as informações recebidas da Criméia, as residências estão sendo invadidas pela milícia russa que visa a expulsão dos familiares de militares aposentados da Ucrânia na região. Uma sequência de ações violentas e tiroteios aconteceu há pouco em pelo menos 3 lugares diferentes.  A informação foi confirmada pelo Ministério do Interior da Criméia como tendo 1 mortos e 2 feridos. De acordo com as fontes, os milicianos atacavam uma base militar em Simferopol. Havia um atirador russo na janela de um edifício na frente do quartel.  A milícia russa prendeu todos os militares que estavam na base, e foram apreendidos também seus documentos e dinheiro.

Cresce também as expectativas de confronto entre russos e ucranianos nos quartéis na região de Sebastopol. Militares se mostram prontos para revidar ataques russos.


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Gangues russas saqueiam bases militares antes equipadas com altas tecnologias

Alguns do Grupo de Legítima Defesa da Criméia, trazidos por Putin durante invasão

Alguns do Grupo de Legítima Defesa da Criméia, trazidos por Putin durante invasão (Some “foot soldiers” of “Crimean Self-Defense.” Photo by Unian.)

Por Saulo Valley “O Observador do Mundo” e “Resistência da Informação da Criméia” 

Rio de Janeiro, 18 de Março de 2013 as 09:20 GMT-3

A crise da Criméia despertou preocupação de Putin que prometendo ajudar, enviou suas tropas para o Mar Negro. Mas acabou invadindo a Criméia sem dar tempo para um referendo legítimo. A mesma ocupação apressada, também pegou as forças ucranianas na Criméia completamente desnorteadas, e principalmente sem comando por parte do Ministério da Defesa. Ao invadir o território da Criméia, a Ucrânia (que já enfrenta uma dura crise financeira) não teve sequer tempo para retirar suas armas, desmantelar suas bases militares solo, ar e mar. Praticamente tudo ficou nas mãos de Putin! De acordo com a “Resistência da Informação”, Putin nem sequer respeitou o acordo firmado com a Ucrânia de só ocupar os prédios militares após o dia 21 de Março. Os soldados ucranianos foram forçados a ficar quietos assistindo a brutal invasão dos quartéis e centros de elevada tecnologia militar. Da mesma forma, o elemento surpresa foi utilizado para pegar os residentes da Criméia num referendo forçado que fez com que votasse em massa pela adesão à Federação Russa. Mais tarde todos foram para as ruas comemorar o fato de terem sidos obrigados a votar em favor de Putin. Conversando com alguns locais de grande importância na cidade, descobrimos que a população da Criméia não teve medo do exército russo ao votar em favor da Federação Russa. Nas entre-linhas da ocupação russa na Criméia, o assunto é:

“Eles têm armas nucleares!”

Ações intencionalmente atropeladas da Rússia criaram um caos que não deu tempo pra ninguém pensar. Nem mesmo os manifestantes em Kyev se deram conta de que os “radicais russos” não passavam de estrangeiros russos importados e implantados de algum território da Rússia para desestabilizar a disputa política pelo poder. A prova disto é que após o referendo da Criméia o “conflito político” acabou.

Enquanto isto na fronteira da Ucrânia com a Criméia a situação era frágil e praticamente não havia proteção, já que a Criméia era um território que constava no mapa anexado a Ucrânia. Os quartéis começaram a sofrer ataques e este último foi relatado pelo Coronel Dmitry Tymchuk, Diretor do “Centro de Estudos Políticos e Militares” na Criméia. De acordo com a fonte, o prédio da Estatal Fábrica de Aviões de Sebastopol tem sido invadida por gangues que antes da invasão russa não viviam no país. Os chamados “Grupos de Legítima-Defesa” chegaram na Criméia durante o processo de ocupação, trazidos por veículos provenientes da Rússia.  De acordo com o Coronel Tymchuk, o complexo industrial antes da ocupação revisava, produzia e exportava “tecnologias modernas de comunicações e navegação para vários tipos de helicópteros (MI-2, MI-8, MI-17 e Ka-29, Ka-32).”

By Ministerstwo Obrony Narodowej (http://www.mon.gov.pl/pl/galeria/3537) [see page for license], via Wikimedia Commons

By Ministerstwo Obrony Narodowej (http://www.mon.gov.pl/pl/galeria/3537) [see page for license], via Wikimedia Commons

Pra completar, as forças de ocupação da Rússia tomaram o Quartel General da Marinha, além de ter afundado pelo menos 2 barcos, um deles da Guarda-Costeira.

Em consequência disto, entre outros prejuízos quase incalculáveis a mesma fonte informou nesta segunda dia 17, que o governo da Ucrânia deverá processar a Rússia em pelo menos 80 Bilhões por todos os atos de brutal violação que o país vem sofrendo nas mãos de Putin. A pergunta mesmo é: Em que momento que a Rússia pretende ajudar a Ucrânia mesmo?

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